Eu e as mídias... na Educação

 

Introdutório - Fóruns

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INTRODUTÓRIO

 

PARTICIPAÇÃO EM FÓRUNS

 

FÓRUM "Tecnologias na Educação"

Penso que a educação não deve ficar à parte dessa revolução tecnológica.

Não discordo completamente da opinião do professor Valdemar Setzer. Penso que devemos evitar estimular “elementos da mídia” (Mickey e outros) e que brinquedos manufaturados limitam a fantasia de um certo modo. E também concordo que com mais maturidade, a utilização da tecnologia pode ser aproveitada melhor, assim como com a devida orientação. Mas não devemos ser radicais, o segredo está em saber dosar o seu uso. Mas ao mesmo tempo, não posso deixar de concordar com o professor José Moran, quando ele diz que a fala da escola é cansativa e que a escola deveria se utilizar mais de estratégias como: áudio-visual, programas de TV, etc. para tentar sensibilizar os alunos e facilitar o processo ensino-aprendizagem. A aplicação das TIC’s deve ter cuidado pra não cair na idéia de recreação, por isso deve ter um fundo pedagógico bem definido.

A época é de grandes desafios e devemos nos abrir e procurar novos caminhos de integração, sem perder o objetivo principal de ter uma educação de qualidade.

Confesso que duas idéias ainda ficaram martelando na minha cabeça: “Quem educa quem a longo prazo?” (questionamento de Moran) e “A máquina não dá possibilidade de interação, e a escola prioriza atividades voltadas para o coletivo.” (teoria de Setzer).

Até o momento penso assim. A opinião vai se formando com o tempo, com certeza ao final desse debate terei uma outra visão do assunto e ao final do módulo talvez tenha outra. Mas isso é o bom de um debate: a possibilidade de mudar de idéia, e formar sua opinião através dos diferentes pontos de vista de cada um dos envolvidos sobre o mesmo assunto. Afinal tudo se modifica. Não sei se me fiz entender, parece meio paradoxal, mas sou assim mesmo.

 

Comentários dos colegas

Olá Stella.

Confesso que quando escrevi o meu comentário sobre os artigos que li, também lembrei da minha infância que assim como você foi de muitas brincadeiras, jogos, faz-de-conta, invenções de brinquedos e brincadeiras e muita, mas muita imaginação cheia de sonhos e expectativas para o futuro já que vim de uma infância muito pobre, mas pobre só de condições financeiras porque tenho boas lembranças daquele tempo, e também acredito que isso fez com que eu fosse um adulto melhor, com bom caráter, humilde e muita sensibilidade com as outras pessoas.

Um abraço

Pati

 

Meus comentários nos fóruns dos colegas

Oi, Silvia. Escreveu demais coisa nenhuma menina... (hehe). Concordo contigo. Também penso que o segredo está em saber dosar as coisas. Tudo que é demais prejudica. Limites são necessários. Não podemos ficar alienados à realidade, mas também não podemos ter como tu mesmo diz "uso desenfreado". E o que estamos vendo por aí é justamente isso, uso desenfreado sem nenhum filtro e orientação.

Até,

 

Oi, Patrícia. Realmente também acho que hoje em dia as crianças deixam de brincar pra ficar "vidradas" em frente a TV ou computador. Lembro da minha infância, quando era comum chegar da escola e no máximo assistir ao "Sítio do Picapau Amarelo", depois era ir brincar na rua de amarelinha, mancha, boneca... onde a gente inventava um mundo de faz-de-conta. Isso me fez muito bem... Creio que hoje, muito da inteligência emocional que desenvolvi, vem desse fato. E percebo que as crianças hoje em dia não fazem mais isso. É uma pena...

Até,

 

Oi, Su. Falou e disse, hein? ; ) Me parece que a turma está em sintonia... A palavra de ordem é equilíbrio.

Até,

 

Oi, Adriana. Reciclar. Essa palavra me chamou atenção no teu texto. Realmente é o que devemos saber utilizar na vida. Ver o que serve e o que não serve pra nós. Na TV isso se aplica muito bem. Está cheio de programas de entretenimento sem conteúdo, mas temos que saber procurar os que vão colaborar pro nosso aprendizado de vida. Realmente existem muitos "seguidores" da TV por aí. Conheço pessoas que deixam de estar com a família pra não perder o capítulo da novela das 8... Pode? Sinal de alerta pra vício...

Até,

 

Oi, José. Não se sinta constrangido... Podemos ter demorado um pouco, mas agora começamos a dar os primeiros passos em direção da transformação e reeducação.

Até,

 

FÓRUM "Refletindo sobre mudanças"

As pessoas têm tendência a esperar por uma “fórmula mágica” pras coisas. Vêem a tecnologia como a solução pra tudo. A tecnologia sozinha não resolve nada. Ela não age. A pessoa é que tem a responsabilidade da mudança nas mãos. É a pessoa que escolhe que canal assistir, que música ouvir, que “site” visitar, que livro ler... A tecnologia só disponibiliza as alternativas. E são muitas.

Na área da educação, o professor também precisa fazer suas escolhas e procurar pela mudança. Penso que a consciência da necessidade de mudança, todos tenham, mas os movimentos pra isso, diante das mudanças que estão acontecendo no mundo, me parecem insignificantes. A mudança começa pela vontade de mudar. Mostrar nosso valor como cidadãos é agir no meio em que atuamos. O papel do educador, cada vez mais, está em estimular o pensamento e a opinião crítica dos alunos. Só assim se aprende a ser cidadão e não mero consumidor.

 

Comentário do Tutor

Cara Profª Georgia,

Ótima a sua reflexão.

A mudança está em nossas mãos, enquanto professores, basta termos coragem para mudar. Everson

 

Meus comentários nos fóruns dos colegas

Oi, Roberto. Parece que o pessoal da turma está de acordo que saber dosar, impor limites, e orientação é o caminho. Também concordo que precisamos procurar selecionar o que assistir. Não só o que assistir, mas devemos saber selecionar tudo na vida. O que consumir, o que pensar, o que ler, pois nossas escolhas nos constroem. Mas isso é questão de cultura e educação e vem de casa, através do exemplo dos pais.

Até,

 

Oi, André. Também acho importante que as crianças não percam o contato com as brincadeiras que tivemos na nossa infância... Observando os recreios nas escolas, não vejo mais aquelas brincadeiras de esconde-esconde, ciranda, passa passará... Como era bom... Parece que está fazendo falta mesmo.

Até,

 

Oi, Silvia. Concordo plenamente contigo quanto diz que o Lab. de Informática tem que ser visto como uma extensão da sala de aula. O que se vê por aí é uma idéia associada a "recreação".

Abraço,

 

Oi, Patrícia. Realmente também acho que hoje em dia as crianças deixam de brincar pra ficar "vidradas" em frente a TV ou computador. Lembro da minha infância, quando era comum chegar da escola e no máximo assistir ao "Sítio do Picapau Amarelo", depois era ir brincar na rua de amarelinha, mancha, boneca... onde a gente inventava um mundo de faz-de-conta. Isso me fez muito bem... Creio que hoje, muito da inteligência emocional que desenvolvi, vem desse fato. E percebo que as crianças hoje em dia não fazem mais isso. É uma pena...

Até,

 

FÓRUM "Os Meios de Comunicação e a Educação"

A maioria das escolas têm acesso a diversas mídias. O que falta geralmente é quem saiba operar os equipamentos. Isso seria solucionado com cursos de atualização dos recursos humanos. Os NTE’s oferecem algumas oficinas e cursos com a finalidade de capacitar professores e funcionários, mas parece que a categoria não tem muito conhecimento dessa alternativa. Quem procura pelos cursos são geralmente as mesmas pessoas. O profissional interessado deve procurar se atualizar e não resistir à mudança. Os gestores devem incentivar e facilitar a atualização e a utilização desse tipo de recurso na escola, pois muitas vezes a procura pela capacitação é pouca devido a dificuldades na liberação para que se participe dos cursos.

 

Comentários dos colegas

Pleno acordo. A medida que os gestores facilitarem e incentivarem a participação de profissionais em cursos de aperfeiçoamento ou formação continuada, muitos problemas estarão resolvidos. O que notamos nas escola, é que mesmo elas tendo condições de proporcionar diferentes mídias, os professores não sabem utilizá-las. Muitas vezes notamos que o professor "empurra" um filme para tentar tornar a aula diferente, mas na verdade não traçam as linhas de ações pedagógicas(conforme Moran) para nortear os alunos na prática da aprendizagem.

As escolas devem auxiliar o professor respeitando o seu estilo e o estilo dos alunos para mais rápido e mais facilmente alcançar os objetivos

É necessário que conheçamos as especificidades de cada mídia,sim! Temos que atrair o nosso aluno para os nossos assuntos pedagógicos, incentivando o uso das mídias.Não devemos ficar alheios a essa nova realidade de mudança e transformação.A escola não pode estar longe disso, não pode ser cansativa nem abstrata. E novamente,conforme Moran, "...a escola não deve opor-se aos meios de comunicação, às técnicas,mas sim, integrá-los para que a educação seja um processo completo, rico, estimulante". Denise Lammel

 

Concordo quando diz que as escolas têm acesso as diversas mídias,porém os gestores devem proporcionar espaços para que os professores busquem se atualizarem...Não tenho muitos cursos de informática, mas em 1990 comprei um computador para meu filho que iniciou o curso de informática na primeira turma do CEP. De lá para cá, comecei a ver ele trabalhar, perguntava, digitava textos... e fui aos poucos me familiarizando, hoje sei me defender...Gostei dos textos de Informática... me tiraram muitas dúvidas. Cléa Hempe

 

Meus comentários nos fóruns dos colegas

Oi, Sandra. Gostei da tua colocação. Eu também trabalho num NTE e sinto bem isso que tu descreveu: "o nascimento, tímido, de um grupo". Oferecemos alguns cursos e oficinas, mas o grupo interessado se repete. A gente brinca que esses foram mordidos pela "mosca azul" da informática. Como entendemos as dificuldades de alguns quanto a liberação e deslocamento, tentamos disseminar a idéia da multiplicação, esperando que ela seja acolhida. Mas confesso que não vejo a hora de que esse nascimento deixe de ser tímido e todos sejam tomados pela curiosidade de procurar conhecer mais sobre o assunto. Bj.

 

Oi, De. Adorei o teu texto! Estava inspirada, hein? Concordo que o primeiro meio de comunicação é a nossa fala. Quando tu diz que "a freqüente falha nas comunicações se dá em função dos pré-julgamentos e pela falta de clareza no que se quer comunicar", também concordo. Mas às vezes, o problema na "falha" não é só de quem comunica. Frequentei um curso que falava muito do saber ouvir... Questionava o quanto estamos dispostos a ouvir o outro. Por incrível que pareça, não é fácil. Ouvir de coração aberto, sem crítica e julgamento, sem emitir opinião, sem aconselhamento, é bastante difícil. Ouvir colocando o enfoque no sentimento do outro, de como ele está se sentindo diante de alguma situação. Foi bastante interessante e serviu pra refletir. Muitas vezes nós perguntamos, mas não queremos ouvir a resposta. Talvez sejam os tais "muros psiquicos" a que fizestes referência. Quantas vezes perguntamos "tudo bem?" de forma automática quando cumprimentamos alguém. Quem realmente estaria disposto a ouvir a resposta se o outro decidisse responder o que está se passando na vida dele? Saber ouvir, assim como a linguagem não violenta precisa de treinamento diário. Saber ouvir, é tão importante quanto falar porque como citaste é na fala que "tem a essência do ser humano, seus medos, suas incertezas e sua capacidade de agir diante de um problema". Como bem dissestes qualquer mudança desacomoda, faz pensar, reavaliar... mas devemos continuar sempre. O primeiro passo é querer mudar e fazer escolhas que nos deixem felizes, porque qualquer um sabe que uma pessoa feliz realiza muito mais do que uma que não está satisfeita. Então, tenhamos a coragem de ser "essa metamorfose ambulante" e abrir o coração pro novo, nós só teremos experiências para agregar. Bj.

 

FÓRUM "Utilizando TV e Vídeo"

Escolhi um desenho animado, “Aquarela do Brasil”. É uma animação antiga, mas muito bonita e até ingênua comparada com as de hoje em dia. O desenho é bastante colorido e conta o encontro do Pato Donald com o Zé Carioca. Vi no desenho muitas possibilidades de trabalho e resolvi mostrar para as alunas. A idéia era mostrar que podemos trabalhar várias disciplinas em um só vídeo. Após a exibição, comentamos os pontos interessantes e as idéias a se trabalhar, como: pluralidade cultural, identificação dos pontos mostrados no vídeo (Rio de Janeiro), fauna e flora do país, instrumentos musicais, os ritmos brasileiros, usos e costumes, questão social (favelas). Eu gostei bastante do resultado, as alunas gostaram e se divertiram assistindo o desenho. Assistimos também a um comercial que fazia parte da campanha “Eu sou brasileiro e não desisto nunca”. A idéia de sensibilização era estimular a auto-estima e refletir sobre a diferença que podemos fazer na vida das outras pessoas com pequenas ações. O comercial faz um apanhado da história de vida do professor Roberto Carlos Ramos. Gosto muito de comerciais, e me pareceu que as alunas gostaram também. Já conheciam a história e admiravam o exemplo de vida. Lembraram logo do comercial e após reflexão, chegamos à conclusão de que todos estamos carentes desse tipo de “herói” e surgiu a sugestão de trabalhar o comercial junto com o filme “Corrente do Bem”, que trata do mesmo tema, ou seja, ações de umas pessoas influenciando nas vidas de outras pessoas.

 

Comentário do Tutor

Olá Profª Geogia

A idéia da animação foi ótima, cabe lembrar que o encontro do Pato Donald com o Zé Carioca simboliza a interação entre o personagem Norte Americano com o Sul Americano. Everson

 

Meus comentários nos fóruns dos colegas

Oi, vovó Roseli...

Não há como negar o poder que a TV exerce sobre a sociedade mesmo. Assisti um filme ("O quarto poder") há muito tempo atrás que mostrava isso bem claro: a manipulação da informação na busca desenfreada por audiência. Está em nós encontrar a forma de filtrar e utilizar o que nos é apresentado. Realmente as crianças estão totalmente entregues a essas "babas eletrônicas" e isso é preocupante. A tecnologia chegou como um furacão, e parece que todo mundo ficou meio perdido... sei lá. As famílias tendem a omissão e transferem a responsabilidade pra escola, mas penso que a orientação é um papel conjunto. Será que estou sendo utópica?

Até,

Stella

 

FÓRUM "Amarrando idéias"

É consenso que a educação não pode ficar à parte da revolução tecnológica. A utilização da tecnologia deve ser melhor aproveitada, assim como orientada. E para isso são necessários cursos de formação para seus “orientadores” em questão, os professores. O ideal seria que a escola se utilizasse mais das mídias para tentar sensibilizar os alunos e facilitar o processo ensino-aprendizagem, tendo, é claro, o cuidado de não perder o objetivo pedagógico. Para tal se faz necessário formação continuada dos professores. A época é de grandes desafios e devemos nos abrir e procurar novos caminhos de integração, com vistas a ter uma educação de qualidade. A tecnologia nos disponibiliza várias alternativas, mas há a necessidade de saber fazer a escolha da estratégia mais apropriada à determinada situação. Nas oficinas de blog e Wiki que oferecemos aos professores, eles puderam ter uma idéia do que é possível construir com essas duas ferramentas. Ficaram admirados. O professor precisa fazer suas escolhas e procurar pela mudança. Para que ele possa escolher bem, ele precisa conhecer todas ou o maior número de alternativas. As escolas têm acesso a diversas mídias. O que falta geralmente é quem saiba operar os equipamentos. Isso seria solucionado com cursos de atualização dos recursos humanos. Só cursos de atualização basta? Na minha singela opinião, não. Há também que se dar condições do professor mudar. Há que se criar um ambiente de mudança. De nada adianta disponibilizar cursos, se depois as condições de trabalho não são adequadas. A realidade que se vê por aí, são professores muitas vezes com 60 horas semanais e inúmeras turmas, com 30, 40 alunos em cada. O que, muitas vezes, colabora com o desânimo do professor em pensar em inovar a sua prática pedagógica. Professores e funcionários acumulando funções, o que deixa a desejar, pois nenhuma fica atendida a contento. Ou mesmo falta de recursos humanos. Precisamos de cursos? Sim. Precisamos querer mudar? Sim. Mas precisamos repensar a educação como um todo. Não podemos fechar os olhos a nossa realidade. Temos muito a mudar ainda, e não se refere só a inclusão da tecnologia no ambiente escolar. Acredito na citação da colega Roseli que diz que mudando a nós mesmos, mudamos a realidade a nossa volta. Acho que é por aí o caminho... Não se faz uma caminhada sem o primeiro passo. Então...

 

Comentários dos colegas

Oi, Georgia!

Parabéns pelo seu comentário, penso como você quando retrata que o uso da tecnologia dever ser aproveitada e orientada, pois é um instrumento a mais para colaborar com o nosso cotidiano escolar. E ressalto também a importância da nossa atualização. Abraços, Adriana.

 

Olá, Georgia! Importante colocação o fato da formação continuada. Não há como parar no tempo. Mas além da escola e sistemas de ensino proporcionarem esta, os professores devem estar abertos às mudanças. Acho que grande parte está. As condições da nossa classe nem sempre ajudam, mas a vontade e busca deve ser mais forte. Trazer a tecnologia mais para perto da escola é essencial. Ela tem sido vista com algo arcaico, perdendo campo, apesar da exigência de formação que o mercado de trabalho existe. Isto significa que os alunos não deixam de ir à escola, mas fazem dela apenas um "trampulim", e nosso trabalho, muitas vezes se torna massante. Melhor torná-lo mais atraente para os alunos, e mais leve para nós. Abraços, Janaína

 

É isso mesmo...concordo plenamente. O principal de todo o processo é a formação continuada dos professores. Não adianta implantar novas técnicas, novos recursos se os professores e funcionários não se atualizam. Noto isto na minha escola. Temos as condições tecnológicas satisfatórias, mas boa parte dos professores não entendem e não sabem utilizá-las.Além disso, falta conscientização da mudança e da modernização. É mais cômodo se fazer de desentendido ou ignorante e não mudar. Mudar significa desacomodar. Também existe o fato da falta de tempo do professor e de condições financeiras.Pelo salário que ganhamos, não conseguimos pagar um profissional para nos auxiliar nos nossos afazeres domésticos e familiares.Daí, diminui o tempo, a disponibilidade e a vontade de mudar e modernizar.Felizmente, apesar de todos esse impecilhos, nós que estamos neste curso, aceitamos este desafio. E isso que o meu tempo é super curto. Mas acredito na mudança. Denise Lammel

 

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